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  • Guarapuava, 23 de Outubro de 2014

Publicado em 19 de Março de 2013, às 14h33min

Feira do Peixe Vivo será realizada em três bairros

Segundo o técnico da Emater, Chiorato, seis produtores levarão o volume de 3 mil kg de peixes para a venda

Diário de Guarapuava Redação
Feira do Peixe Vivo ocorre há mais de 20 anos. Para este ano, três espécies serão ofertadas (Foto: Arquivo Diário)

Tradicionalmente, há mais de 20 anos ocorre em Guarapuava a Feira do Peixe Vivo na quinta-feira que antecede a Sexta-Feira Santa. Realizada pela Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural) em conjunto com Prefeitura de Guarapuava e Secretaria de Agricultura, a feira deste ano será no dia 28 de março, às 8h.

Quem tiver interesse em adquirir os peixes terá três opções de locais: Praça Cleve, em frente à Igreja Nossa Senhora Aparecida; bairro Bonsucesso; e em frente à Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Primavera.

Segundo o técnico da Emater, Altair Chiorato, os peixes comercializados são  a carpa, a tilápia e o catfish (bagre americano), todos em ponto de consumo, com pesos acima de 1/2 kg, podendo chegar a 3 kg.

Os peixes são de Guarapuava e grande quantidade vem de produtores do bairro Morro Grande. “Os comerciantes são produtores de olericultura de pequenas propriedades, que têm o peixe como uma diversificação da produção para melhorar a renda. Hoje temos seis produtores cadastrados e acreditamos em um volume de 3 mil kg de peixes para a venda”, afirma Chiorato.

Preços

O técnico da Emater explica que há produtores trazendo em torno de 800 kg de peixes, e irão vendê-los por valores entre R$ 10 e R$ 12 cada, dependendo da espécie. “Alguns produtores contam que para atingir 1 kg cada peixe consome em média R$ 5, e a isso somam-se o valor do alevino e do trabalho de cuidar deles no período de um ano a um ano e meio”.

Produtores

Como nos anos anteriores, a feira estava programada para a Praça Cleve; mas devido ao aumento na procura, o local deixou de comportar produtores e compradores, sendo necessário  estendê-la a outros bairros. Da mesma forma, Chiorato explica que caso haja procura de outros produtores em participar da feira, haverá a necessidade de se criar um quarto local.

“Ainda podemos receber produtores que queiram participar, mas eles precisam nos procurar, porque teremos que organizar um novo ponto, que talvez seja em frente à Unicentro, no bairro Santa Cruz. Mas isso deve ser feito com urgência, já que estamos a apenas duas semanas da feira”.

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